terça-feira, 21 de julho de 2009

O salto gigantesco da Humanidade

Há 40 anos, comemorados no dia de ontem, o Homem havia tido a maior de suas conquistas no espaço até o tempo presente: tocar o solo lunar e pode explorá-lo, fincar a bandeira do seu país naquele local e transmitir tudo ao vivo, para o mundo contemplar, foi um acontecimento que marcou época até o dias atuais. Depois daquele 20 de julho de 1969, o espaço nunca mais foi o mesmo.

Ainda gerando desconfiança da parte de alguns e creditados por tantos outros, os três astronautas que participaram da inigualável missão da Apolo 11, Neil Armstrong e Michael Collins, hoje com 78 anos, e Buzz Aldrin, com 79 deixaram várias indagações no ar que ainda hoje buscam ser respondidas pelos mais incrédulos. Entretanto a ciência já buscou demonstrar que o fato aconteceu mesmo mediante a prova de simples questionamentos como a falta de ventos tremulando a bandeira, a sombra de Armstrong, entre outros.

Recebidos com honrarias no dia de ontem pelo atual presidente dos EUA, Barack Obama, os astronautas ficaram bastante emocionados e a NASA revelou que pretende realmente enviar uma nova expedição à Lua, desta vez em 2020. Há aqueles que prefiram a "conquista" de Marte, porém este é um projeto que carece, além de subsídios altíssimos, de um maior estudo sobre a estrutura do "planeta vermelho".

É certo que os recursos hoje em dia são empregados mais por quem deseja fazer a guerra e não a paz e progresso científico para o bem da humanidade, contudo não podemos esquecer que, se a humanidade realmente deu este grande salto para sua história, isso se deve ao fato de que homens desbravaram o que parecia impossível e inútil para uma época, mas que refletiu positivamente no curso futuro daquele ano de 1969.

E você, acha que realmente o Homem pisou na Lua? Deixe sua resposta nos comentários! ;)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Um bode como ícone


O mais gostoso de se viajar e conhecer outros lugares é saber um pouco mais não somente da história daquele lugar, mas principalmente de sua tradição popular. Estando em Fortaleza-CE na semana passada, me deparei com um fato, deveras, muito curioso.

Os cearenses, no início do século XX, veneravam um bode como símbolo maior e mascote da cidade. Por incrível que pareça, a história do animal (bem como o mesmo, devidamente empalhado) está no Museu do Estado do Ceará para quem quiser ver. O bode atendia pela alcunha de Ioiô e supostamente teria chegado à cidade pelas mãos de um tropeiro ainda em 1905.

Resistindo ao tempo, circulando pelas ruas, o bode foi ganhando a simpatia do povo cearense e transformou-se no mascote oficial da cidade. Até mesmo os jornais exaltavam a figura do animal que virou celebridade rapidamente, contrariando as leis sanitárias e urbanísticas da Fortaleza de 1920.

O bode veio a falecer por volta do final dos anos 30 do século XX, mas deixou muitas lembranças e muitas andanças pelas ruas da antiga Fortaleza, bem como alimentou diversas histórias do cancioneiro popular cearense.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

No Chuí, quem canta de galo não é Guarani...

Atendendo a pedidos, a postagem de hoje, diretamente aqui de Fortaleza, no XXV Simpósio Nacional de História da ANPUH, vai ser sobre os Sete Povos da Missões e os conflitos conhecidos como Guerras Guaraníticas.

Tudo tem início ainda no século XVII, como consequência da saída holandesa do Brasil e a expansão para o Sul, promovendo a reconfiguração do mapa da América Latina. A assinatura, em 1750, do chamado Tratado de Madri revelou que Portugal, em sua ânsia por ouro, não respeitava mais os limites de Tordesilhas e Espanha, no seu papel de defender suas "conquistas" territoriais, mas ao mesmo tempo não desejando entrar em conflito com seu vizinho ibérico, resolve por as "cartas na mesa" e reconfigurar o mapa.

A dificuldade encontrada para os entendimentos eram, basicamente, três: a instalação de fortalezas e fortes por Portugal em locais como SC, MT, RS, MA e PA; a forte presença da etnia nativa tupi-guarani na região; e a vontade lusa em encontrar ouro na região. Não foi fácil unir os interesses ibéricos e sobrepô-los, inicialmente, aos nativos e, como se os problemas já não fossem muitos, também à Igreja Católica, que tinha interesses na região mais extrema do continente onde possuía importantes aldeiamentos chamados de missões. Entre as missões mais famosas está a de Desterro, hoje localizada no estado de Santa Catarina e a maior de todas e palco de importante conflito: a de Sete Povos das Missões, no atual território do Rio Grande do Sul.

Pois bem, após o Tratado de Madri, novas questões territoriais envolvendo as coroas ibéricas, os nativos e os jesuítas provocaram a assinatura de novos acordos: Santo Ildefonso, Badajós, Utrecht e El Pardo vieram colaborar para que tanto a Colônia de Sacramento (território no atual Uruguai) e Sete Povos das Missões fossem, por diversas vezes, repartidos e trocados entre Espanha e Portugal, até que o destino designasse que Espanha ficaria com o primeiro e Portugal com o segundo, como era originalmente. Como dito mais acima, um dos maiores fatores que contribuiu para tal foram as Guerras Guaraníticas.

Pelo que o nome sugere, tais guerras representaram o conflito entre as coroas ibéricas para deslocar as comunidades nativas de seu território, extinguindo o aldeiamento de Sete Povos das Missões e expulsando os jesuítas da região. Liderados por Sepé Tiaraju, os guaranis se envolveram em sangrentos combates, pois não desejavam as mudanças a eles impostas e que resultaram na morte de diversos membros da etnia durante três anos (1753 a 1756), incluindo seu líder, que havia recebido a cultura européia e era um homem que transitava entre o mundo nativo americano e o mundo europeu com certa facilidade. Sua morte representa atualmente o dia do índio (19 de abril) e serve de consciência para o que aconteceu na região.

Aliados covardemente, os países ibéricos realizaram as modificações na região, que mais tarde acabaram por não dar certo e depois de alguns anos, tudo voltara a ser como antes, menos para os nativos e os jesuítas, que apesar de controlarem os aldeiamentos e terem o apoio dos nativos guaranis, também eram vítimas das leis da época, conhecidas por Ordenações.

sábado, 4 de julho de 2009

Frase da Semana

Para pensar, rir e até mesmo sentir raiva:

"O Congresso Nacional é um local que: se gradear vira zoológico, se murar vira presídio, se colocar uma lona em cima vira circo, se colocar lanternas vermelhas vira puteiro, e se der descarga não sobra ninguém."

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Rifa do Burro

Como este blog também é um espaço para causos e ontem completamos 15 anos do Plano Real, estou postando este curioso causo que recebi por e-mail. Sensacional por sinal, apreciem! Chama-se A Rifa do Burro:

Certa vez quatro meninos foram ao campo e, por R$ 100,00, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse:

- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já gastei tudo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou:

- E então, o que aconteceu com o burro?

- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador, porém lhe devolvemos os 2 reais, e pronto.

Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Rural, uma Igreja chamada Universal e um partido político chamado PT.